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Artigo · Sustentabilidade

Parques eólicos e paisagem sonora: do estudo ao monitoramento

O som dos aerogeradores em áreas silenciosas, o que um estudo considera e o que muda nos parques no mar.

Tipo
Artigo
Temas
Sustentabilidade, Acústica
Norma de referência
ABNT NBR 10151:2019
Ambientes
Todos
Publicado em
Revisado em
Autoria
Equipe técnica do Acesso Verde, a partir de publicações da 3R Brasil
Revisão técnica
A definir
Aerogeradores do complexo eólico Cutia em meio à vegetação do litoral potiguar, vistos do alto
Complexo eólico Cutia, São Bento do Norte e Pedra Grande (RN), setembro de 2019Foto: Freire Neto/Copel, CC0

O mesmo som, lugares diferentes

O congresso INTER-NOISE 2026, em Adelaide, na Austrália, teve como tema o controle de ruído em ambientes contrastantes, do interior ao oceano. A ideia central: o mesmo ruído produz impactos diferentes conforme o lugar. Um som quase imperceptível numa região urbana pode perturbar em áreas rurais, remotas ou naturalmente silenciosas, onde ficam muitos parques eólicos (3R Go Greener, 17 de agosto de 2026).

O que o estudo considera

Segundo a 3R, o estudo precisa compreender (3R Go Greener, 17 de agosto de 2026):

  • o ruído de fundo e a paisagem sonora que já existem;
  • a propagação em cada ambiente;
  • os efeitos sobre comunidades e trabalhadores;
  • os possíveis impactos sobre a biodiversidade;
  • as fases de implantação, operação e desativação;
  • as medidas de controle, de mitigação e de monitoramento e, quando cabe, o mascaramento acústico.

No entorno, o som que chega às casas se compara com os limites da ABNT NBR 10151:2019 para o tipo de área e o período (Tabela 3).

Do diagnóstico ao monitoramento

Em usinas termelétricas, subestações e parques eólicos, a gestão do ruído combina diagnóstico em campo, localização das fontes, modelagem acústica e monitoramento contínuo (3R Go Greener, 7 de janeiro de 2026).

No mar

Os estudos de energia eólica no mar, que avançam no Brasil, somam novas questões: ruído aéreo e submarino, vibração, propagação a grandes distâncias, condições meteorológicas e oceanográficas, receptores sensíveis e impactos cumulativos (3R Go Greener, 17 de agosto de 2026).

Referências

  1. ABNT NBR 10151:2019, com a Errata 1 de 2020 — Acústica — Medição e avaliação de níveis de pressão sonora em áreas habitadas — Aplicação de uso geral.
  2. 3R Go Greener: 3RB-SIG360 — Paisagem sonora, eólicas e monitoramento acústico 24/7, 17 de agosto de 2026.
  3. 3R Go Greener: UTE, subestação e eólicas — medição, diagnóstico e modelagem acústica, 7 de janeiro de 2026.

Conferido no texto das normas citadas em 28 de setembro de 2026

Este conteúdo informa e não substitui a avaliação técnica no local.

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